Não percebi que ele havia me seguido. Quando fechei a porta do meu quarto, senti-o me puxando pela cintura, acabamos nos abraçando de novo, e minha face parou muito próxima a dele.
- Gabriel...
- Fernanda! Eu te amo, vamos ficar juntos, namora comigo, eu tenho certeza que eu vou te valorizar muito mais do que o Pedro.
- Mas eu amo ele, não seria justo.
- Fer! - fez cara de emburrado. - Por favor Fer, por favor!
- Você parece um bebê.
- Seu bebê? - sorriu.
Não consegui resistir a aquele sorriso, ele era tão fofo, apesar de ser dois anos mais novo que eu (eu tinha 16 e ele 14). Joguei ele na cama e dei um sorriso malicioso para ele.
- Me ganhe.
- Como?!
- Me conquiste.
Eu estava parecendo uma vagabunda, falando daquele jeito e fazendo aquelas coisas, poluíndo a mente de um garoto de apenas 14 anos!
- Color my dreams! - falei, só que em português, é claro.
Gabriel ainda era virgem, mas parecia muito experiente. Ele conseguiu, ele me conquistou. Estávamos abraçados, conversando, quando alguém tocou a campainha.
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