Hugo: Você tá só de sutiã.
Fernanda: Ah, verd... - antes que eu terminasse de falar, Hugo me jogou na parede e beijou-me.
Hugo: Vamos aproveitar que só tem eu e você aqui.
Fernanda: É claro que não. Eu namoro Hugo, você esqueceu? - empurrei-o.
Hugo: E daí, Fer? - me empurrou até o vestiário e fechou a porta. - Só hoje, por favor.
Fernanda: Mas... - beijou-me outra vez.
Soltou-me e antes que pudesse fazer algo, trancou a porta. Rapidamente virou para mim e começou a beijar meu pescoço.
Fernanda: Para, Hugo! Eu não quero nada com você!
Hugo: Você não tem escolha, tira logo a sua calça, ou tiro eu. - deu um sorriso malicioso para mim.
Fernanda: Eu não vou tirar nada! Me deixa sair, Hugo! - gritei.
Hugo: Cala a boca, vadia! - deu-me um tapa na cara. - Ou você tira por bem, ou EU tiro por mau!
Fernanda: Para, Hu... - não deixou-me terminar a frase, me sentou em um banquinho que tinha no vestiário e começou a tirar minha calça.
Eu não podia tentar fazer algo, se eu gritasse ele me bateria, e se eu tentasse bater nele... eu não sei do que ele seria capaz. Hugo tentou tirar minha calcinha, mas eu segurei-a.
Hugo: Para de ser idiota, eu sei que você quer. É só não contar pro seu namoradinho.
Fernanda: Não Hugo, para! Eu não quero!
Hugo rapidamente abaixou suas calças, pegou-me pelo cabelo e colocou minha cabeça muito próxima a seu pênis.
Hugo: Chupa agora, vadiazinha!
Fernanda: Não! Solta o meu cabelo! - estava doendo muito!
Hugo: OU VOCÊ CHUPA POR BEM, OU POR MAU! - gritou, furioso.
Fernanda: Para, eu não vou chupar nada! - não conseguia segurar minhas lágrimas de dor e desespero.
Levantou minha cabeça, puxando meu cabelo e aproximou sua mão da minha cara.
Hugo: Você quer isso?
Fernanda: Para, Hugo. Por favor! - gritei, chorando.
Hugo tirou um pano do bolso e amarrou-o em minha boca.
Hugo: Agora vou fazer você sofrer, sua maldita! - gritou, puxando meu cabelo com força.
color my dreams.
sábado, 31 de julho de 2010
sexta-feira, 30 de julho de 2010
2ª temp. - one
Passou-se um ano após eu ter fugido de casa, e eu estava vivendo muito feliz com Gabriel, até construímos nossa casa. Sim, dessa vez era uma casa mesmo, após dois ou três meses a gente não conseguia mais morar naquela coisa pequena que nem se podia chamar de casa, então decidimos contruir algo maior. Já que estamos trabalhando, tivemos a condição de comprar materiais para contruí-la.
xXxX: Feeer! - era Gabriel.
Fernanda: Oi neném. - selei-o.
Gabriel: Recebi meu salário hoje, 300 reais a mais no nosso bolso! - disse feliz.
Fernanda: Ah, que bom!
Gabriel: Que foi, amor?
Fernanda: Nada, só estava pensando em como a nossa família, nossos amigos e o seu irmão devem estar. Mesmo que a minha família nunca tenh... - interrompeu-me com um selinho.
Gabriel: Amor, agora somos só eu e você, não tem mais ninguém! Eles já devem ter voltado pro Brasil ou sei lá. Agora eu tenho 15 anos e você 17, ano que vem você faz 18, vai arrumar um emprego bom aqui. A gente já sabe até falar inglês. Você não quer voltar atrás depois de todo esse caminho andado, não é?
Fernanda: É mesmo. - sorri. Ele tinha toda a razão.
Eu estava preocupada, será que meus pais foram embora mesmo? Eles devem estar aqui procurando por nós, em algum lugar. Só não acharam.
Gabriel: Bom, to em horário de almoço. - disse, entrando em casa. - Daqui a pouco tenho que voltar para aquela merda.
Fernanda: Ah amor, é só até você fazer 18. Eu também quase não to mais aguentando trabalhar naquele lugar, mas continuo trabalhando. Eu to indo trabalhar agora, então... Bom almoço e bom trabalho, eu te amo. - dei-o um beijo na boca demorado.
Gabriel: Vai lá, eu também te amo. - retribuiu o beijo.
Gabriel estava trabalhando de ajudante em uma lan house e eu em uma pizzaria. Não recebíamos bem, porém ainda éramos menores de 18, mas eu sempre conseguia trazer algo para comermos. Peguei minhas coisas e fui trabalhar. Quando cheguei na pizzaria logo vi meu chefe, Yan. Ele tinha 28 anos, era atraente e simpático, não era daqueles chefes exigentes, e era bastante experiente.
Yan: Olá, Fernanda. - acenou e sorriu para mim.
Fernanda: Oi!
Yan: Hoje é o seu dia de receber... Vai querer agora ou na hora que você for embora?
Fernanda: É melhor eu pegar na hora que eu for embora, eu posso perder o dinheiro.
Yan: Hum... ok.
Continuou trabalhando e eu fui ao local onde ficavam os armários dos funcionários e etc. Coloquei as coisas no meu armário, peguei meu uniforme e coloquei-o. Como eu estava sozinha, coloquei ali mesmo. Ao pegar minha blusa, ouvi alguém se aproximando, então rapidamente coloquei-a, mas antes que pudesse esse alguém segurou
meus braços.
xXxX: Você acha seguro se vestir aqui?
Fernanda: Hugo?
Hugo: Oi, Fer! Chegou cedo hoje. - soltou-me.
Fernanda: Ah, é.
Hugo tinha 19 anos e trabalhava na pizzaria também. Era alto, tinha o abdome bem definido, pois fazia academia.
Hugo: Vai ficar me provocando mesmo?
Fernanda: ?
xXxX: Feeer! - era Gabriel.
Fernanda: Oi neném. - selei-o.
Gabriel: Recebi meu salário hoje, 300 reais a mais no nosso bolso! - disse feliz.
Fernanda: Ah, que bom!
Gabriel: Que foi, amor?
Fernanda: Nada, só estava pensando em como a nossa família, nossos amigos e o seu irmão devem estar. Mesmo que a minha família nunca tenh... - interrompeu-me com um selinho.
Gabriel: Amor, agora somos só eu e você, não tem mais ninguém! Eles já devem ter voltado pro Brasil ou sei lá. Agora eu tenho 15 anos e você 17, ano que vem você faz 18, vai arrumar um emprego bom aqui. A gente já sabe até falar inglês. Você não quer voltar atrás depois de todo esse caminho andado, não é?
Fernanda: É mesmo. - sorri. Ele tinha toda a razão.
Eu estava preocupada, será que meus pais foram embora mesmo? Eles devem estar aqui procurando por nós, em algum lugar. Só não acharam.
Gabriel: Bom, to em horário de almoço. - disse, entrando em casa. - Daqui a pouco tenho que voltar para aquela merda.
Fernanda: Ah amor, é só até você fazer 18. Eu também quase não to mais aguentando trabalhar naquele lugar, mas continuo trabalhando. Eu to indo trabalhar agora, então... Bom almoço e bom trabalho, eu te amo. - dei-o um beijo na boca demorado.
Gabriel: Vai lá, eu também te amo. - retribuiu o beijo.
Gabriel estava trabalhando de ajudante em uma lan house e eu em uma pizzaria. Não recebíamos bem, porém ainda éramos menores de 18, mas eu sempre conseguia trazer algo para comermos. Peguei minhas coisas e fui trabalhar. Quando cheguei na pizzaria logo vi meu chefe, Yan. Ele tinha 28 anos, era atraente e simpático, não era daqueles chefes exigentes, e era bastante experiente.
Yan: Olá, Fernanda. - acenou e sorriu para mim.
Fernanda: Oi!
Yan: Hoje é o seu dia de receber... Vai querer agora ou na hora que você for embora?
Fernanda: É melhor eu pegar na hora que eu for embora, eu posso perder o dinheiro.
Yan: Hum... ok.
Continuou trabalhando e eu fui ao local onde ficavam os armários dos funcionários e etc. Coloquei as coisas no meu armário, peguei meu uniforme e coloquei-o. Como eu estava sozinha, coloquei ali mesmo. Ao pegar minha blusa, ouvi alguém se aproximando, então rapidamente coloquei-a, mas antes que pudesse esse alguém segurou
meus braços.
xXxX: Você acha seguro se vestir aqui?
Fernanda: Hugo?
Hugo: Oi, Fer! Chegou cedo hoje. - soltou-me.
Fernanda: Ah, é.
Hugo tinha 19 anos e trabalhava na pizzaria também. Era alto, tinha o abdome bem definido, pois fazia academia.
Hugo: Vai ficar me provocando mesmo?
Fernanda: ?
sexta-feira, 16 de julho de 2010
cap. XII - o fim de tudo, ou não
- Namorado, pai.
- Quantos anos você tem?
- 14. - disse, tímido.
- Filha! - gritou. - Você tem 16 anos, como você quer namorar um menino de 14?
- Mas pai...
- Não tem mas, é claro que não vou permitir isso. - disse, sentando-se e voltando a trabalhar.
- Desculpa, mas seu pai tem toda a razão. - disse minha mãe.
Olhei para os dois, desapontada. Meu pai foi sempre tão legal comigo, tão compreensivo.
- Pai, eu amo ele, e não importa o que vocês digam, eu vou continuar namorando com ele, quer vocês queiram ou não.
- Ah é? Então você está de castigo. - disse minha mãe, furiosa.
Eu já imaginava isso dela, ela sempre foi chata comigo, nunca teve tempo para ouvir, nunca quis. Saí nervosa, quase arrastando o Gabriel. Desci com ele e fomos até uma praça que tinha lá por perto.
- Amor... A gente vai continuar namorando, tá? Não importa o que eles tentem fazer ou dizer, eu vou sempre estar contigo. Eu te amo.
Nos abraçamos e ficamos a tarde inteira conversando, abraçadinhos. Já que eu estaria de castigo chegando em casa, não me preocupei em voltar cedo. Ficamos pensando em como seguiríamos, depois disso.
- Já tá ficando tarde, gatinha.
- Eu não ligo, por mim ficaria até amanhã abraçada a você aqui.
- Mas eu to com fome.
- Eu trouxe dinheiro.
- Mas eu não, e não quero gastar o seu.
- Ah, para de ser besta vai. Vamos em alguma lanchonete ai, ouvi dizer que fazem comidas gostosas aqui.
Fomos em uma lá com um nome estranho, difícil de decorar. A comida era realmente muito boa. Comemos e fomos embora, ainda sobraram vinte reais (nós só gastamos dez).
- Vamos dormir fora? - dei a idéia.
- Onde? Com 30 reais acho que não dá pra fazer muita coisa.
- Não sei, vamos arranjar algum matinho por aí. Eu não quero voltar pra casa, não agora.
- Matinho? - riu alto.
- Ah, neném, para de rir, eu to falando sério.
Encontramos um banquinho na praça. Preferi ficar sentada, e ele deitou sua cabeça no meu colo. Enquanto conversávamos, acariciava seu cabelo. Ele era macio e brilhoso, Gabriel devia cuidar de seu cabelo.
- Amor... - olhou-me.
Olhei para sua linda face. - Oi?
- Vamos fugir? Pra bem longe daqui. A gente pode construir uma casinha simples, eu conheço uma área perto daqui, quase ninguém passa por lá, é um lugar bom para se construir uma casa.
Achei que ele estava ficando louco no começo, mas ele estava falando sério. Até que não seria uma má idéia, eu poderia ir escondida em casa pegar mais dinheiro, roupas e mais algumas coisas e fugir com ele.
- Você tá falando sério mesmo?
- Sim! Nunca falei tão sério.
- Então... Já que já são onze horas, daqui a pouco a gente volta pro meu quarto, pra eu pegar mais dinheiro e algumas bugigangas, e depois a gente vai, ok?
- Ok. - nos beijamos.
Subimos em silêncio, abrimos a porta. Fábio estava dormindo, mas ele tinha um sono bem pesado, só um elefante acordaria ele. Peguei dinheiro, algumas roupas, meu precioso notebook, é claro e mais algumas coisas.
- Pronto, vamos. - sussurrei.
Chegamos no local que ele falou, só tinha mato e algumas árvores. Seguimos andando, até acharmos um lugar bem escondido de tudo, com bastante árvores em volta.
- Bom, eu trouxe 120 reais, com os 30 que eu tinha antes ficaram 150. Dá pra gente se sustentar por um tempo. E a gente pode trabalhar em algum lugar também, né.
- Ah, tá ótimo. E... Como fica perto de casa aqui eu vou lá pegar mais dinheiro, e algumas "bugigangas" também. - sorriu.
- Tá. Quer que eu vá junto? Acho melhor não, porque o Pedro pode acordar e me ver, não seria bom ir na sua casa numa situação dessas.
- É, é melhor mesmo. Eu vou ser rápido, vou tentar fazer o mínimo de barulho, mas provavelmente meus pais saíram, eles não se preocupam comigo mesmo, só ligam pro Pedro, porque ele trabalha.
- É... Meus pais não ligam pra mim, eu não trabalho, não faço nada pra ajudar eles.
- Vou lá, gatinha. Eu já volto, não sai daqui, alguém pode te ver e descobrir nossa "casa". - riu.
- Ok. Vou mexer um pouco no notebook.
- Tá.
Vi-o partindo. Estava escuro, só podia ouvir barulho de grilo fazendo "cri cri cri", aquele lugar me amedontrava de noite, como em filme de terror. Liguei o notebook, e entrei no msn, Rafaela estava online.
Raafaela. diz: andou sumiida bést....como tah a viajeem? oadskaspodksdpo
Nanda Torres. diz: ah, tem muuuuita coisa pra contar, depois eu explico tudo direitinho.
Percebi que o Pedro também tava online, mas seu status tava como Ausente, ele devia estar dormindo.
40 minutos depois, Gabriel voltou.
- Demorou, neném.
- Desculpa, tava decidindo o que traria e o que não traria. Trouxe 150 reais também, só pra não dizer que sou pobre.
- Eu trouxe um cobertor e uma fronha, ocuparam quase todo o espaço da minha mala. São de solteiro, mas acho que cabe nós dois, só até a gente construir uma barraquinha.
- É, mas não hoje porque a gente tá cansado.
- Ah é, o Pedro tava online no msn, ele tava acordado quando você chegou na sua casa?
- Não... Ele deixa o msn ligado quando tá dormindo mesmo.
- Ah tá.
Arrumamos a fronha e o cobertor e deitamos, coubemos certinho no espaço. Dormimos abraçados, pois estava bastante frio. Acordei com a minha face bem perto da dele e aproveitei para beijá-lo.
- Bom dia, meu neném.
- Bom dia, gatinha.
- Vamos começar a construir nossa... "casa"? - ri.
- Bora!
Levantamos e fomos procurar madeira e folhas para construir, bem como em filme americano mesmo. Juntamos uma grande quantidade de madeira e folhas, acho que daria.
- Eu trouxe um martelo e alguns pregos, achei que seria útil pra construção. Você sabe martelar sem estourar nenhum dedo, né?
- Hahaha, engraçadinho. Eu sei, não parece mas eu já construí uma casa na árvore quando era menor.
- Uau, hein. Já dá pra virar pedreira. - riu alto. - Brinks.
Levamos quase o dia inteiro pra construir. Até que ficou "morável" nossa "casa". Colocamos nossas coisas dentro, era apertadinha mas dava pra viver por um tempo nela.
- To com fome... Vamos comprar coisas para comer?
- Tá.
Fomos ao supermercado mais próximo. Compramos pão, mortadela e refrigerante. Até arranjarmos um emprego deveríamos economizar o máximo possível nosso dinheiro. Voltamos para "casa", colocamos um pano no chão e as coisas em cima, fiz um lanche, peguei um pouco de refrigerante e comi. Tinha um lago perto dali. Peguei meu sabonete e fui até lá. Deixei minhas roupas em um galho quebrado que tinha lá e pulei no lago. A água estava gelada, então tomei um banho rápido. Saí e lembrei que havia esquecido de trazer uma toalha.
- NENÉÉÉÉÉÉM! - gritei.
Veio correndo, achando que havia acontecido alguma coisa. - Oi? Aconteceu algo?
- Você tem uma toalha ou algo que eu possa usar pra secar o corpo ai?
- Não... Eu esqueci também. Fica sambando aí que seca. - riu e ficou me observando.
Comecei a fazer movimentos doidos e, depois de um tempo, estava seca. Coloquei minha roupa, uma camisola bem curta, pois eu tinha ela faz tempo. Pelo menos não esqueci de trazer um pente. Peguei na minha mala e pedi pro Gabriel pentear meu cabelo, enquanto eu colocava o resto da minha roupa. Como já éramos íntimos, nem liguei em ficar nua na frente dele.
- É, a partir de agora, vai ser assim a nossa vida. - beijei-o.
Entramos em "casa" e nos deitamos na fronha. Senti-o descendo sua boca delicadamente pelo meu corpo, enquanto nos despíamos.
The End.
- Quantos anos você tem?
- 14. - disse, tímido.
- Filha! - gritou. - Você tem 16 anos, como você quer namorar um menino de 14?
- Mas pai...
- Não tem mas, é claro que não vou permitir isso. - disse, sentando-se e voltando a trabalhar.
- Desculpa, mas seu pai tem toda a razão. - disse minha mãe.
Olhei para os dois, desapontada. Meu pai foi sempre tão legal comigo, tão compreensivo.
- Pai, eu amo ele, e não importa o que vocês digam, eu vou continuar namorando com ele, quer vocês queiram ou não.
- Ah é? Então você está de castigo. - disse minha mãe, furiosa.
Eu já imaginava isso dela, ela sempre foi chata comigo, nunca teve tempo para ouvir, nunca quis. Saí nervosa, quase arrastando o Gabriel. Desci com ele e fomos até uma praça que tinha lá por perto.
- Amor... A gente vai continuar namorando, tá? Não importa o que eles tentem fazer ou dizer, eu vou sempre estar contigo. Eu te amo.
Nos abraçamos e ficamos a tarde inteira conversando, abraçadinhos. Já que eu estaria de castigo chegando em casa, não me preocupei em voltar cedo. Ficamos pensando em como seguiríamos, depois disso.
- Já tá ficando tarde, gatinha.
- Eu não ligo, por mim ficaria até amanhã abraçada a você aqui.
- Mas eu to com fome.
- Eu trouxe dinheiro.
- Mas eu não, e não quero gastar o seu.
- Ah, para de ser besta vai. Vamos em alguma lanchonete ai, ouvi dizer que fazem comidas gostosas aqui.
Fomos em uma lá com um nome estranho, difícil de decorar. A comida era realmente muito boa. Comemos e fomos embora, ainda sobraram vinte reais (nós só gastamos dez).
- Vamos dormir fora? - dei a idéia.
- Onde? Com 30 reais acho que não dá pra fazer muita coisa.
- Não sei, vamos arranjar algum matinho por aí. Eu não quero voltar pra casa, não agora.
- Matinho? - riu alto.
- Ah, neném, para de rir, eu to falando sério.
Encontramos um banquinho na praça. Preferi ficar sentada, e ele deitou sua cabeça no meu colo. Enquanto conversávamos, acariciava seu cabelo. Ele era macio e brilhoso, Gabriel devia cuidar de seu cabelo.
- Amor... - olhou-me.
Olhei para sua linda face. - Oi?
- Vamos fugir? Pra bem longe daqui. A gente pode construir uma casinha simples, eu conheço uma área perto daqui, quase ninguém passa por lá, é um lugar bom para se construir uma casa.
Achei que ele estava ficando louco no começo, mas ele estava falando sério. Até que não seria uma má idéia, eu poderia ir escondida em casa pegar mais dinheiro, roupas e mais algumas coisas e fugir com ele.
- Você tá falando sério mesmo?
- Sim! Nunca falei tão sério.
- Então... Já que já são onze horas, daqui a pouco a gente volta pro meu quarto, pra eu pegar mais dinheiro e algumas bugigangas, e depois a gente vai, ok?
- Ok. - nos beijamos.
Subimos em silêncio, abrimos a porta. Fábio estava dormindo, mas ele tinha um sono bem pesado, só um elefante acordaria ele. Peguei dinheiro, algumas roupas, meu precioso notebook, é claro e mais algumas coisas.
- Pronto, vamos. - sussurrei.
Chegamos no local que ele falou, só tinha mato e algumas árvores. Seguimos andando, até acharmos um lugar bem escondido de tudo, com bastante árvores em volta.
- Bom, eu trouxe 120 reais, com os 30 que eu tinha antes ficaram 150. Dá pra gente se sustentar por um tempo. E a gente pode trabalhar em algum lugar também, né.
- Ah, tá ótimo. E... Como fica perto de casa aqui eu vou lá pegar mais dinheiro, e algumas "bugigangas" também. - sorriu.
- Tá. Quer que eu vá junto? Acho melhor não, porque o Pedro pode acordar e me ver, não seria bom ir na sua casa numa situação dessas.
- É, é melhor mesmo. Eu vou ser rápido, vou tentar fazer o mínimo de barulho, mas provavelmente meus pais saíram, eles não se preocupam comigo mesmo, só ligam pro Pedro, porque ele trabalha.
- É... Meus pais não ligam pra mim, eu não trabalho, não faço nada pra ajudar eles.
- Vou lá, gatinha. Eu já volto, não sai daqui, alguém pode te ver e descobrir nossa "casa". - riu.
- Ok. Vou mexer um pouco no notebook.
- Tá.
Vi-o partindo. Estava escuro, só podia ouvir barulho de grilo fazendo "cri cri cri", aquele lugar me amedontrava de noite, como em filme de terror. Liguei o notebook, e entrei no msn, Rafaela estava online.
Raafaela. diz: andou sumiida bést....como tah a viajeem? oadskaspodksdpo
Nanda Torres. diz: ah, tem muuuuita coisa pra contar, depois eu explico tudo direitinho.
Percebi que o Pedro também tava online, mas seu status tava como Ausente, ele devia estar dormindo.
40 minutos depois, Gabriel voltou.
- Demorou, neném.
- Desculpa, tava decidindo o que traria e o que não traria. Trouxe 150 reais também, só pra não dizer que sou pobre.
- Eu trouxe um cobertor e uma fronha, ocuparam quase todo o espaço da minha mala. São de solteiro, mas acho que cabe nós dois, só até a gente construir uma barraquinha.
- É, mas não hoje porque a gente tá cansado.
- Ah é, o Pedro tava online no msn, ele tava acordado quando você chegou na sua casa?
- Não... Ele deixa o msn ligado quando tá dormindo mesmo.
- Ah tá.
Arrumamos a fronha e o cobertor e deitamos, coubemos certinho no espaço. Dormimos abraçados, pois estava bastante frio. Acordei com a minha face bem perto da dele e aproveitei para beijá-lo.
- Bom dia, meu neném.
- Bom dia, gatinha.
- Vamos começar a construir nossa... "casa"? - ri.
- Bora!
Levantamos e fomos procurar madeira e folhas para construir, bem como em filme americano mesmo. Juntamos uma grande quantidade de madeira e folhas, acho que daria.
- Eu trouxe um martelo e alguns pregos, achei que seria útil pra construção. Você sabe martelar sem estourar nenhum dedo, né?
- Hahaha, engraçadinho. Eu sei, não parece mas eu já construí uma casa na árvore quando era menor.
- Uau, hein. Já dá pra virar pedreira. - riu alto. - Brinks.
Levamos quase o dia inteiro pra construir. Até que ficou "morável" nossa "casa". Colocamos nossas coisas dentro, era apertadinha mas dava pra viver por um tempo nela.
- To com fome... Vamos comprar coisas para comer?
- Tá.
Fomos ao supermercado mais próximo. Compramos pão, mortadela e refrigerante. Até arranjarmos um emprego deveríamos economizar o máximo possível nosso dinheiro. Voltamos para "casa", colocamos um pano no chão e as coisas em cima, fiz um lanche, peguei um pouco de refrigerante e comi. Tinha um lago perto dali. Peguei meu sabonete e fui até lá. Deixei minhas roupas em um galho quebrado que tinha lá e pulei no lago. A água estava gelada, então tomei um banho rápido. Saí e lembrei que havia esquecido de trazer uma toalha.
- NENÉÉÉÉÉÉM! - gritei.
Veio correndo, achando que havia acontecido alguma coisa. - Oi? Aconteceu algo?
- Você tem uma toalha ou algo que eu possa usar pra secar o corpo ai?
- Não... Eu esqueci também. Fica sambando aí que seca. - riu e ficou me observando.
Comecei a fazer movimentos doidos e, depois de um tempo, estava seca. Coloquei minha roupa, uma camisola bem curta, pois eu tinha ela faz tempo. Pelo menos não esqueci de trazer um pente. Peguei na minha mala e pedi pro Gabriel pentear meu cabelo, enquanto eu colocava o resto da minha roupa. Como já éramos íntimos, nem liguei em ficar nua na frente dele.
- É, a partir de agora, vai ser assim a nossa vida. - beijei-o.
Entramos em "casa" e nos deitamos na fronha. Senti-o descendo sua boca delicadamente pelo meu corpo, enquanto nos despíamos.
The End.
cap. XI - a decisão de Fernanda
- Viu... Fer, eu ainda to aqui.
Eu seria a maior vaca de todas se eu aceitasse ele, mas eu estava sozinha, se eu não o aceitasse não teria ninguém. Abracei-o.
- Desculpa, eu sou uma... - interrompeu-me.
- Não Fer, você não é nada, você é linda e eu te amo. - disse, beijando-me.
De algum jeito, o seu beijo, seu abraço e sua voz me acalmavam, faziam eu me sentir viva, feliz. Ele era tudo o que eu queria, agora.
- Me desculpa, eu te amo.
- Desculpa por que?
- Porque eu fui uma babaca, e não percebi que era você quem eu precisava, que é você quem me completa.
Pude ver seus lindos olhos negros brilhando.
- Não precisa pedir desculpa, não precisa dizer mais nada. Eu te entendo, e eu te amo. Quer namorar comigo? Dessa vez é sério.
- Ga...Gabriel. - sorri. - Sim!
Estava decidida, esqueceria o Pedro e ficaria com Gabriel, não importa mais nada para mim agora, eu só quero poder sempre sentir seu lábio no meu, seu corpo. Eu amo ele, eu amo o Gabriel! Ficamos a tarde inteira deitados na cama, abraçados (não fizemos nenhuma safadeza dessa vez), conversando. Estava feliz e certa de que podia confiar nele.
- Amor. Posso te apresentar pros meus pais?
- Mas eles não vão brigar por que eu sou muito novo e blábláblá?
- Se brigarem tudo bem, mas pelo menos a gente não vai ficar tendo que se esconder do meu irmão e deles.
- Tá então.
Fomos ao quarto deles. Minha mãe abriu a porta, pois meu pai estava trabalhando, como sempre.
- Filha! Não esperava que você viesse nos visitar.
- É, é. Tanto faz. Mãe, pai. - entrei no quarto deles, puxando o Gabriel junto. - Esse é o Gabriel, e a gente tá namorando.
Meu pai levantou da cadeira e olhou-me.
- É o que?
Eu seria a maior vaca de todas se eu aceitasse ele, mas eu estava sozinha, se eu não o aceitasse não teria ninguém. Abracei-o.
- Desculpa, eu sou uma... - interrompeu-me.
- Não Fer, você não é nada, você é linda e eu te amo. - disse, beijando-me.
De algum jeito, o seu beijo, seu abraço e sua voz me acalmavam, faziam eu me sentir viva, feliz. Ele era tudo o que eu queria, agora.
- Me desculpa, eu te amo.
- Desculpa por que?
- Porque eu fui uma babaca, e não percebi que era você quem eu precisava, que é você quem me completa.
Pude ver seus lindos olhos negros brilhando.
- Não precisa pedir desculpa, não precisa dizer mais nada. Eu te entendo, e eu te amo. Quer namorar comigo? Dessa vez é sério.
- Ga...Gabriel. - sorri. - Sim!
Estava decidida, esqueceria o Pedro e ficaria com Gabriel, não importa mais nada para mim agora, eu só quero poder sempre sentir seu lábio no meu, seu corpo. Eu amo ele, eu amo o Gabriel! Ficamos a tarde inteira deitados na cama, abraçados (não fizemos nenhuma safadeza dessa vez), conversando. Estava feliz e certa de que podia confiar nele.
- Amor. Posso te apresentar pros meus pais?
- Mas eles não vão brigar por que eu sou muito novo e blábláblá?
- Se brigarem tudo bem, mas pelo menos a gente não vai ficar tendo que se esconder do meu irmão e deles.
- Tá então.
Fomos ao quarto deles. Minha mãe abriu a porta, pois meu pai estava trabalhando, como sempre.
- Filha! Não esperava que você viesse nos visitar.
- É, é. Tanto faz. Mãe, pai. - entrei no quarto deles, puxando o Gabriel junto. - Esse é o Gabriel, e a gente tá namorando.
Meu pai levantou da cadeira e olhou-me.
- É o que?
cap. X - está acabado...
Abri a porta. Ele me olhou, feliz. Parecia esconder algo atrás de suas costas. Olhou para trás e viu Gabriel, estava deitado na minha cama, apenas de samba canção.
- Gabriel? O que você tá fazendo aqui, só de samba canção?
- Vim visitar minha nova namoradinha, ué.
- Na...namoradinha? - fez uma cara séria.
- É. Ah é, mor. Aproveita que ele tá aqui e fala.
- Falar o que? - me fingi de besta.
- Você sabe... Não finge.
- FALAR O QUE, FERNANDA? - gritou Pedro, nervoso.
- Pedro... - olhei para ele, triste. - eu...
- Você é uma completa vadia! - disse, furioso.
- Eu sei. - abaixei a minha cabeça, estava sem moral para dizer qualquer coisa.
- Nanda... Como você pode? Eu dediquei todo meu amor pra você, eu... eu comprei uma aliança pra você e é assim que você retribui? Me traíndo com o meu próprio irmão? - disse desapontado, e quase sem voz.
Continuei com a cabeça abaixada, não havia nada para dizer naquele momento, eu realmente sou uma completa vadia.
- Pedro, ela não é culpada. - disse Gabriel, levantando da cama para vir me abraçar. - Você que não tem capacidade o suficiente pra s... - interrompi.
- FICA QUIETO, GABRIEL! A culpa foi toda sua. Se você não ficasse colocando tanta merda na minha cabeça, se você não insistisse... Pedro, me desculpa. Eu te amo.
- Não Fernanda, não adianta. Pode ficar com o Gabriel agora, eu não ligo mais. - saiu chorando.
Mas que merda! Por que eu fui fazer isso?
- Gabriel? O que você tá fazendo aqui, só de samba canção?
- Vim visitar minha nova namoradinha, ué.
- Na...namoradinha? - fez uma cara séria.
- É. Ah é, mor. Aproveita que ele tá aqui e fala.
- Falar o que? - me fingi de besta.
- Você sabe... Não finge.
- FALAR O QUE, FERNANDA? - gritou Pedro, nervoso.
- Pedro... - olhei para ele, triste. - eu...
- Você é uma completa vadia! - disse, furioso.
- Eu sei. - abaixei a minha cabeça, estava sem moral para dizer qualquer coisa.
- Nanda... Como você pode? Eu dediquei todo meu amor pra você, eu... eu comprei uma aliança pra você e é assim que você retribui? Me traíndo com o meu próprio irmão? - disse desapontado, e quase sem voz.
Continuei com a cabeça abaixada, não havia nada para dizer naquele momento, eu realmente sou uma completa vadia.
- Pedro, ela não é culpada. - disse Gabriel, levantando da cama para vir me abraçar. - Você que não tem capacidade o suficiente pra s... - interrompi.
- FICA QUIETO, GABRIEL! A culpa foi toda sua. Se você não ficasse colocando tanta merda na minha cabeça, se você não insistisse... Pedro, me desculpa. Eu te amo.
- Não Fernanda, não adianta. Pode ficar com o Gabriel agora, eu não ligo mais. - saiu chorando.
Mas que merda! Por que eu fui fazer isso?
cap. IX - triste descoberta
Não percebi que ele havia me seguido. Quando fechei a porta do meu quarto, senti-o me puxando pela cintura, acabamos nos abraçando de novo, e minha face parou muito próxima a dele.
- Gabriel...
- Fernanda! Eu te amo, vamos ficar juntos, namora comigo, eu tenho certeza que eu vou te valorizar muito mais do que o Pedro.
- Mas eu amo ele, não seria justo.
- Fer! - fez cara de emburrado. - Por favor Fer, por favor!
- Você parece um bebê.
- Seu bebê? - sorriu.
Não consegui resistir a aquele sorriso, ele era tão fofo, apesar de ser dois anos mais novo que eu (eu tinha 16 e ele 14). Joguei ele na cama e dei um sorriso malicioso para ele.
- Me ganhe.
- Como?!
- Me conquiste.
Eu estava parecendo uma vagabunda, falando daquele jeito e fazendo aquelas coisas, poluíndo a mente de um garoto de apenas 14 anos!
- Color my dreams! - falei, só que em português, é claro.
Gabriel ainda era virgem, mas parecia muito experiente. Ele conseguiu, ele me conquistou. Estávamos abraçados, conversando, quando alguém tocou a campainha.
- Gabriel...
- Fernanda! Eu te amo, vamos ficar juntos, namora comigo, eu tenho certeza que eu vou te valorizar muito mais do que o Pedro.
- Mas eu amo ele, não seria justo.
- Fer! - fez cara de emburrado. - Por favor Fer, por favor!
- Você parece um bebê.
- Seu bebê? - sorriu.
Não consegui resistir a aquele sorriso, ele era tão fofo, apesar de ser dois anos mais novo que eu (eu tinha 16 e ele 14). Joguei ele na cama e dei um sorriso malicioso para ele.
- Me ganhe.
- Como?!
- Me conquiste.
Eu estava parecendo uma vagabunda, falando daquele jeito e fazendo aquelas coisas, poluíndo a mente de um garoto de apenas 14 anos!
- Color my dreams! - falei, só que em português, é claro.
Gabriel ainda era virgem, mas parecia muito experiente. Ele conseguiu, ele me conquistou. Estávamos abraçados, conversando, quando alguém tocou a campainha.
cap. VIII - a primeira loucura
Nanda (: PEDRO <3 diz: vou sair.
' Gabriel . diz: aaaaahhh, ja? :/ ta tao legal conversar com voce auhauhauahauh *-*
Nanda (: PEDRO <3 diz: é, mas eu to com sono >< amanhã a gente conversa mais...
' Gabriel . diz: ok entao :/ boa noite, eu te amo =D
QUE PORRA É ESSA? O QUE ERA AGORA? POR QUE ELE DISSE QUE ME AMAVA? EU NAMORO COM O IRMÃO DELE! Saí do msn sem responder e fui dormir. Ele deveria estar fingindo, não me amava coisa nenhuma.
- Naaaaan, naaaaaaaaaaaaan! Acorda! - era o Fábio. Ele me chamava de Nan. - Naaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaan! ACORDA!!
- Que foi? Não posso nem mais dormir em paz!
- Nan... Tem um tal de Gabriel lá embaixo.
- Ga...Ga...Ga...Gabriel? N-não conheço. - não conseguia falar direito, estava assustada... Não, nem assustada, pior que isso. Desci as escadas de pijama e o vi, nunca havia visto, ele não tem foto no msn, mas...
- Feeeer! - correu em minha direção e me abraçou.
Ele era lindo.
- O que você tá fazendo aqui? Como descobriu onde eu moro?
- Eu leio suas conversas com o Pedro quando não tenho nada pra fazer.
- Taquepariu, muleque! Você não me deixa quieta mesmo, né.
- Fer... Eu precisei de muita coragem pra vir aqui pessoalmente te dizer o que vou dizer.
- Fala logo então, eu tava dormindo, sab... - interrompeu-me.
- Eu te amo. - senti-o se aproximando de mim.
Empurrei-o com os braços. - Você tá louco? Eu NAMORO com o seu irmão, a gente se ama.
- Não Fer, eu te amo e você me ama! - segurou meus braços e me beijou. Eu não podia, mas ele beijava tão bem. Continuei beijando-o por um bom tempo. - Viu? Você não resiste.
Comecei a chorar, era a segunda vez que aquele maldito me fazia chorar. Por que ele me fazia sofrer tanto e mesmo assim eu ainda falava com ele?
- Fer, não chora. Você pode terminar com ele e ficar comigo, você me ama, eu sei.
- NÃO GABRIEL, POR QUE VOCÊ FEZ ISSO? POR QUE VOCÊ GOSTA DE ME VER SOFRER? - gritei.
- FER! PARA! VOCÊ NÃO GOSTA DO PEDRO! VOCÊ GOSTA DE MIM! e... - interrompi.
- Não Gabriel, chega. Eu amo seu irmão, e eu não quero ver ele sofrendo.
Virei-me e subi, nervosa. Por que isso só acontece comigo? Arrrg.
' Gabriel . diz: aaaaahhh, ja? :/ ta tao legal conversar com voce auhauhauahauh *-*
Nanda (: PEDRO <3 diz: é, mas eu to com sono >< amanhã a gente conversa mais...
' Gabriel . diz: ok entao :/ boa noite, eu te amo =D
QUE PORRA É ESSA? O QUE ERA AGORA? POR QUE ELE DISSE QUE ME AMAVA? EU NAMORO COM O IRMÃO DELE! Saí do msn sem responder e fui dormir. Ele deveria estar fingindo, não me amava coisa nenhuma.
- Naaaaan, naaaaaaaaaaaaan! Acorda! - era o Fábio. Ele me chamava de Nan. - Naaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaan! ACORDA!!
- Que foi? Não posso nem mais dormir em paz!
- Nan... Tem um tal de Gabriel lá embaixo.
- Ga...Ga...Ga...Gabriel? N-não conheço. - não conseguia falar direito, estava assustada... Não, nem assustada, pior que isso. Desci as escadas de pijama e o vi, nunca havia visto, ele não tem foto no msn, mas...
- Feeeer! - correu em minha direção e me abraçou.
Ele era lindo.
- O que você tá fazendo aqui? Como descobriu onde eu moro?
- Eu leio suas conversas com o Pedro quando não tenho nada pra fazer.
- Taquepariu, muleque! Você não me deixa quieta mesmo, né.
- Fer... Eu precisei de muita coragem pra vir aqui pessoalmente te dizer o que vou dizer.
- Fala logo então, eu tava dormindo, sab... - interrompeu-me.
- Eu te amo. - senti-o se aproximando de mim.
Empurrei-o com os braços. - Você tá louco? Eu NAMORO com o seu irmão, a gente se ama.
- Não Fer, eu te amo e você me ama! - segurou meus braços e me beijou. Eu não podia, mas ele beijava tão bem. Continuei beijando-o por um bom tempo. - Viu? Você não resiste.
Comecei a chorar, era a segunda vez que aquele maldito me fazia chorar. Por que ele me fazia sofrer tanto e mesmo assim eu ainda falava com ele?
- Fer, não chora. Você pode terminar com ele e ficar comigo, você me ama, eu sei.
- NÃO GABRIEL, POR QUE VOCÊ FEZ ISSO? POR QUE VOCÊ GOSTA DE ME VER SOFRER? - gritei.
- FER! PARA! VOCÊ NÃO GOSTA DO PEDRO! VOCÊ GOSTA DE MIM! e... - interrompi.
- Não Gabriel, chega. Eu amo seu irmão, e eu não quero ver ele sofrendo.
Virei-me e subi, nervosa. Por que isso só acontece comigo? Arrrg.
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